Itacaré antigamente era chamada de São Miguel da Barra do Rio de Contas, devido à igreja de São Miguel, às margens do Rio de Contas. Desde 1931 chama-se Itacaré.A cidade foi a principal rota de escoamento da produção cacaueira.

 

O município tem origem numa igreja fundada pelos jesuítas no século XVII. A povoação foi elevada a sede de município em 1732 com a designação de São Miguel da Barra do 
Rio das Contas. Desde 1931 chama-se Itacaré.A cidade foi a principal rota de escoamento da produção cacaueira, na boa época. Desse tempo ficaram casarões e sobrados quase centenários.

A palavra Itacaré é formada por: “itacá” (rio ruidoso) e “ré” (diferente). Assim, Itacaré significaria “rio de ruído diferente”, ainda   a quem diga que Itacaré representa " Pedra Redonda" ou " Pedra Bonita".

Entre 1890 e 1940 o município cresceu muito graças ao cacau, mas nos anos 40 o porto da cidade assoreou e a cidade ficou isolada porque as estradas eram muito ruins, esse isolamento impossibilitou o crescimento até a construção da Estrada Ilhéus-Itacaré em 1998.

 Em 1993 o Governo do estado da Bahia criou uma APA - Área de Proteção Ambiental - antes de construir a estrada em 1998, dando regras ao crescimento da cidade. Essa APA estimulou o desenvolvimento de Itacaré como destino de ecoturismo e não de turismo de massa.

A cultura agrícola predominante foi o cacau, que precisa da sombra da Mata Atlântica para ser plantado, se fosse cana de açúcar ou café toda a mata teria sido toda cortada.

Descobre-se em Itacaré um foco turistíco em torno da Mata Atlantica e as praias, além de suas belezas naturais diversos esportes ecoturistícos.

Itacaré tem uma formação geológica única no Nordeste Brasileiro, aonde a faixa costeira tem solo fértil e falésias rochosas, e por isso a Mata Atlântica avança até o mar.

Hoje Itacaré é um dos principais centros turistícos do litoral sul baiano, se destacando como principal ponto de surfe do estado.

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