Cultura

Itacaré nasceu às margens do Rio de Contas a mais de 3 séculos e hoje tem 282 anos de emancipação política, viveu sua fase de ouro na época em que o cacau era o principal produto da agricultura baiana,  o que fez surgir vários casarões e outras construções  importantes ao longo da sua história. Hoje temos alguns casarões reformado, mas mantendo os traços do início do século passado, também é possível visitar a Igreja de São Miguel Arcanjo, hoje com 291 anos.

As origens afro também é uma característica local, Itacaré ainda  hoje mantém um quilombo urbano às margens do Rio de Contas, sendo sua população nativa de maioria negra, assim ainda podemos notar algumas manifestações culturais, como a baiana do acarajé, a roda de capoira, makulelé e samba de roda, grupos e  associações afro, alguns terreiros de camdomblé, influência do reggae music e muito mais.

 

As raízes culturais e folclóricas na Bahia, de forma geral, estão intimamente ligadas à cultura negra trazida para estas terras através dos escravos. Nesse sentido, temos três grandes berços: a Capoeira, a Gastronomia e o Candomblé.

 

A Capoeira é a pura expressão da cultura afro-brasileira. Os grupos mais tradicionais da cidade são os Filhos de Zumbi e Tribo do Porto. Todos eles praticam a Capoeira Regional e organizam treinamentos diários, apresentações públicas nos fins de semana e são frequentados por muitas crianças e jovens e abertos os visitantes, inclusive para cursos.

 

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